Autor

Éder da Silva Paiva Vasconcelos Gonçalves nasceu no ano terrestre de 1985 d.C. em 18 de Julho; curiosamente o mesmo ano em que Zéfirus IV era coroado imperador de Hudan em Bars — mas ele tem o desejo secreto de ter nascido alguns milênios antes apenas para poder ver de perto as criaturas da megafauna e as incríveis florestas daquela época e com sorte, algum dinossauro; por isso ele fica muito atento para ver se não encontra uma certa cabine azul estacionada por aí, na tentativa de conseguir ao menos alguma carona para épocas passadas.
É natural da cidade de Osasco (Oz para os íntimos) no estado de São Paulo (uma cidade curiosa; em que acontecem coisas estranhas, como vampiros e anhangás andando por aí).

Ele é casado com Lilian — sua conselheira e critica. Tem uma filha; à qual batizou de Diana em homenagem àquela Diana que derrotou Araór Végus. Ele também considera como sua filha a sobrinha; Michelly.

Diana e Michelly

Formado em Ciência da Computação, ele trabalha na área de tecnologia — atividade que exerce com o intuito secreto de criar Inteligência Artificial suficientemente avançada para se tornar o predador natural da espécie humana, afinal toda criatura na natureza precisa de um predador para que as coisas não fujam do equilíbrio; mas Éder nega este fato com veemência.

Ao contrário de Copergusia, Éder procura preencher o tempo livre até que não reste um único segundo livre; desenha, coloca a leitura em dia (principalmente relendo seus autores favoritos), assiste séries, cria sistemas de criptografia, desenvolve algoritmos geradores de pseudoidiomas, faz trilhas, estuda desenvolvimento de jogos, treina girevoy sport e por último, mas não menos importante, ele também escreve, escreve e escreve como uma pessoa louca o faria; isto é, de forma compulsória.

Éder e sua esposa Lilian
Como adora florestas e praia, está à procura de uma casa em Ergatan, mas a situação econômica no vilarejo não está muito boa no momento. Ao contrário de Sorbobe, nunca pescou um peixe na vida e costuma ser muito inseguro. Tem um temperamento parecido com o de Raido e parece já ter nascido idoso. É bom de prato como Diorio. É sociável como Liuaxur quando necessário; estritamente quando necessário. Não é capitalista como Osjevino e Trevaana, mas possui a frieza de Trevaana quando precisa cuidar de assuntos espinhosos.

Muitos especulam com uma criatividade fervorosa a respeito de qual seria a sua religião; mas sempre que é questionado a esse respeito ele alega que a sua crença o proíbe de revelar tais informações — alguns acreditam que os Suna Mandhis devem conhecer esse segredo. Éder gostaria de ter um anel tão útil quanto o de Edin e também o seu deck de cartas. Assim como Dion, Éder possui a capacidade de ver as coisas por um ângulo diferente; e por isso é tido como uma pessoa excêntrica. Não à toa, dizem que a temática principal de seus livros é o sobrenatural, mas ele insiste que não se trata disso: ele apenas escreve o que vê e escuta em suas viagens para outros mundos, sendo o seu destino preferido o planeta Bars.

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