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Mostrando postagens de setembro, 2018

O Maior Tigre dente de Sabre caminhava pelas terras brasileiras, e não era um Tigre...

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Durante as minhas investigações sobre a megafauna para escrever o segundo livro da série Fogos-Fátuos, acabei descobrindo que o Tigre Dente de Sabre não é um Tigre (ele sequer é parente dos felinos atuais). Além disso, não havia apenas uma espécie de "Dente de Sabre" (a ciência já registrou fósseis de subespécies diferentes, como o Smilodon Fatalis e o Smilodon Gracilis). A maior subespécie conhecida, o Smilodon Populator, chegava a pesar 400 Kg e vivia no território da América do Sul (inclusive, os primeiros fósseis do Populator foi encontrado em Lagoa Santa, em Minas Gerais). Imagine agora os nossos ancestrais (milhares de anos no passado) tendo de conviver com este predador à espreita por aí! Seria possível domesticar um animal desse tipo? Eramos presas assim tão fáceis para ele? De que armas nossos antepassados dispunham para enfrentar esse "Desafio" com uma par de dentes do tamanho de facões de 28 cm e patas dianteiras capazes de derrubar os grandes mamíferos d

Um Pterossauro no céu brasileiro: o terrível "Mandíbula em forma de quilha"

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Gosto muito de histórias com ambientações que misturam magia e ficção científica. Desde criança que universos nessa linha me fascinam. Uma das primeiros obras a me encantarem com essa temática de mundo foi desenho animado ThunderCats, com o seu Terceiro Mundo repleta de feitiçaria, monstros, robôs e espaçonaves. Outras obras possuem universos que seguem essa mesma linha, como o desenho animado Himan e indo para uma época ainda mais antiga, temos a era Hiboriana de Conan o Bárbaro (que, embora não tenha a presença de tecnologia como a conhecemos, assume a existência de criaturas de outras dimensões e seres vindos de outros mundos). Mas há mais um elemento neste tipo de ambientação que me fascina e vemos esse elemento não apenas no Terceiro Mundo de Lion como na Era Hiboriana de Conan: esse elemento é a presença de criaturas pré-históricas, como dinossauros, pterossauros, tigres dente de sabre, entre outros. Não a toa, gosto muito de escrever sobre este tipo de ambientação (colocando em

Sim ao Porte de Conhecimento

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Em todos os países em que a independência substitui a liberdade, a primeira necessidade sentida por todo coração forte, por toda organização poderosa, é a de uma arma que possibilite tanto o ataque quanto a defesa, e que, fazendo perigoso aquele que a empunha, muitas vezes o faça temido. — Alexandre Dumas Alexandre Dumas e suas frases fortes e brilhantes; entretém e magnetiza. Também convida à reflexão, quando nos permitimos mergulhar entre os fios bem tecidos de suas histórias.   Esta frase, por acaso, suscita um tema debatido neste ano de 2018; ano de transição política e consequentemente de debate interno: o tema ao qual me refiro é o do direito do cidadão de portar uma arma que lhe permita se Defender... E permita também Atacar... E que, por consequência o faça Temido.   Pela relevância do tema, achei importante parar e refletir sobre o assunto... (farei isso, não do ponto de vista político, mas do ideológico)   Quero viver em um país em que eu seja Livre ou em um país em que eu se

Museu Nacional

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É surpreendente como os Humanos esquecem rápido o seu passado. Já dizia Johann Goethe: Quem, de três milênios, não é capaz de se dar conta, vive na ignorância, na sombra, à mercê dos dias, do tempo... Ora, quem desconhece seu passado vive exatamente assim: à mercê. Quando Alexandria queimou a Humanidade ficou mais a mercê. Quando a guerra na Síria destruiu parte de suas relíquias históricas, a Humanidade ficou a mercê. Sempre que queimamos o nosso passado ficamos mais e mais à mercê; tanto que o nosso futuro torna-se mais sombrio, pois passamos a olhar para a frente mais ignorantes.   Há ainda, inclusive, um aspecto interessante nesta tragédia: a Biblioteca de Alexandria foi, segundo suspeitas de arqueólogos, destruída de propósito em um conflito entre conquistados e conquistadores; as obras de arte e peças arqueológicas Sírias foram destruídas por conta da guerra... Mas e o Museu Nacional no Rio? Que grande calamidade o Brasil pode apontar como desculpa para este crime contra a Humani
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Éder S.P.V. Gonçalves
Oz, São Paulo, Brazil
Em uma cabana na montanha vive um monstro. A criatura selvagem é um ficcionista perigoso; escreve poema, romance e também conto. Em tom sério (e às vezes também com humor) fala sobre fantasia, mistério e terror. Mil hobbys ele tem; até desenvolvedor de jogos, podcaster e programador. De vez em quando se veste de humano e anda por cidades cinzentas só para saber como é viver em um cenário de horror. Este é um perigoso Ideário, pois é o caderno de anotações de um monstro polimático.