Crônicas de um autor independente: esboçando uma capa com um dente de sabre

Semana passada eu passei o feriado e o final de semana atualizando o sistema da empresa onde trabalho; e foi um processo mentalmente exaustivo devido a alguns problemas que ocorreram durante a atualização. Fazer o quê? São ossos do ofício.

Mas felizmente tudo terminou bem, após passar quase 24 horas acordado realizando um procedimento monótono e repetitivo no último dia de atualização (de Domingo às 9 horas até segunda às 6 hs da manhã).

Por isso infelizmente não pude aproveitar esses dias para adiantar muito do meu trabalho paralelo (minhas histórias, podcasts, jogos, etc).

Mas ao menos eu pude começar alguns esboços de capa para minha nova estratégia de auto-publicação (estratégia essa sobre a qual escreverei um outro dia). Pensando bem, criar capas e esboçar imagens é um passatempo que eu consigo fazer bem quando estou usando minha mente em outra coisa. Por exemplo, quando estou em reunião no meu trabalho eu sempre acabo rabiscando algum desenho e esse processo me ajuda a me concentrar melhor na reunião e no que quer que eu esteja pensando ou discutindo. Por algum motivo, desenhar é um processo que me ajuda a focar. E deve ser por isso que eu gosto da ideia de criar as minhas próprias capas; não que eu seja bom nisso, afinal, capistas profissionais sabem o que estão fazendo enquanto que eu sou apenas esforçado e obstinado nessa tarefa.

Eu costumo usar três soluções para criar as artes para as capas dos meus livros; o Canva, o PixRl e o app Comica.

Às vezes uso algum outro programa; como o Krita e um app genérico que uso para apagar o fundo de alguma imagem de forma mais rápida. Mas é bem raro eu precisar ir além dos três programas citados anteriormente.

Com estes programas eu consigo fazer montagens que se transformam em imagens novas ou mesmo transformo meus desenhos em obras mais bem acabadas.

A imagem no inicio desse post, por exemplo, é uma montagem que começou a partir da imagem abaixo:

Representação de um Smilodon Fatalis em um museu

Em outro momento falarei mais sobre este assunto. Esse esboço de capa ainda não está pronto, mas é uma ideia bem próxima do resultado que eu pretendo alcançar.

Por hora vou ficando por aqui.

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Éder S.P.V. Gonçalves
Oz, São Paulo, Brazil
Em uma cabana na montanha vive um monstro. A criatura selvagem é um ficcionista perigoso; escreve poema, romance e também conto. Em tom sério (e às vezes também com humor) fala sobre fantasia, mistério e terror. Mil hobbys ele tem; até desenvolvedor de jogos, podcaster e programador. De vez em quando se veste de humano e anda por cidades cinzentas só para saber como é viver em um cenário de horror. Este é um perigoso Ideário, pois é o caderno de anotações de um monstro polimático.