Minha jornada até os Kettlebells.

Eu carregando meus Kettlebells

Desde pequeno eu sempre gostei de atividades físicas - qual criança não gosta? -, mas nunca me destaquei em nenhum esporte e nunca pratiquei nenhum oficialmente. Dentre todos eles, os que mais gostava quando garoto eram os esportes relacionados à lutas, em especial o kung fu.
 
Desde pequeno eu sempre me exercitei em casa, fosse imitando exercícios que via na TV, ou sobre os quais eu havia lido em revistas ou fosse ajudando meu pai de vez em quando - que por exercer a profissão de pedreiro, me proporcionou o cenário ideal para treinar e muito a minha força de uma forma funcional - embora na época eu não fizesse a menor ideal do que é treino funcional.
 
Já maior e um pouco mais velho (na época em que comece a cursar a faculdade e trabalhar na empresa em que sou registrado até os dias atuais) eu fiquei sem tempo nenhum para praticar absolutamente nada. Isto foi por volta de 2004 a 2005.
 
Foi neste cenário de dividir o dia em trabalhar sentado das 8 da manhã às 18 da tarde e depois ficar das 19 horas da noite até 23 também sentado estudando Ciência da Computação, que as dores nas costas - que desde cedo apareciam fracamente ora ou outra - mostraram as caras de vez e, após ir a uma consulta médica (em que eu fui diagnosticado erroneamente com uma simples luxação) eu resolvi procurar um jeito de me exercitar novamente, pois isto não só espantava a minha dor (consideravelmente pelo menos) como também funcionava como um remédio para manter o meu "monstro" dormindo enquanto o meu "médico" se apresentava à sociedade (sim, eu costumo - ainda hoje - ser bem ranzinza quando não pratico atividades físicas por muito tempo).
 
Mas como e principalmente quando eu me exercitaria? E começaram meus testes malucos...
 
Tentei carregar uma mochila com pesos dentro para poder treinar bíceps enquanto esperava o ônibus (pensando nisso agora, percebe porque muitas pessoas me acham meio maluco, kkk). Tentei também chegar mais cedo no ponto de ônibus e, enquanto aguardava o fretado, eu corria... Sim eu saia correndo e dava algumas voltas no quarteirão antes do fretado passar. Alguns meses depois eu resolvia ir treinar depois que chegava da faculdade; fazia alguns exercícios como flexão de braço, agachamento, levantamento de peso, etc...
 
Mas essas maluquices não deram certo na época.
 
Foi então que vi, certa manhã enquanto aguardava o tal fretado, um senhor de meia idade indo para o serviço de bicicleta. Eu via lâmpada acendendo em minha cabeça e o eco de meu pensamento dizendo "como não pensei nisso antes?".
 
E foi assim que durante o resto da faculdade eu passaria a me exercitar basicamente na bicicleta. As dores nas minhas costas deram uma melhorada, mas não sumiram. Pelo contrário, a despeito do exercício que aliviava a dor por um tempo, eu percebi que o problema parecia crônico e tornei ao ortopedista e desta vez não aceitaria o "é só uma luxação como diagnóstico".
 
Isto foi quando eu já estava concluindo a faculdade, em 2009. Ainda andava de bicicleta, mas já estava começando a me interessar por boxe. Já estava usando um saco de pancadas e um par de luvas emprestadas para ensaiar os primeiros treinos.
 
Para a minha infelicidade o diagnóstico foi pior do que eu esperava; eu tinha uma escoliose, uma torção lateral na coluna e que era estrutural, ou seja, nem mesmo com exercícios de RPG eu corrigiria o problema. Apesar de não ser uma escoliose tão perceptível, já era mais que suficiente para ocasionar as dores que tanto me incomodavam.
 
Mas o pior de tudo foi ouvir; ao questionar o ortopedista que me atendeu (já um senhor de idade) o que eu poderia fazer para melhorar as minhas dores, que eu deveria evitar todo e qualquer tipo de impacto, desde corrida (boxe nem pensar), levantamento de peso, etc. Questionei sobre a bicicleta e ele me disse que este exercício não me ajudaria, bem como não me atrapalharia; as dores simplesmente permaneceriam. O mais indicado para mim, segundo ele, era praticar hidroginástica.
 
Saí do consultório ao mesmo tempo irritado e arrasado.
 
Foi aí que o "médico" saiu de cena e o meu querido "monstro" assumiu o comando. Comecei a praticar boxe e segui com meus treinos por um ano e meio. Para minha surpresa, após o ato rebelde e inconsequente de desobedecer as ordens médicas, a minha coluna dava sinais de grande melhora. Eu ainda sentia dor, mas era em torno de uns 80%  menos do que na época em que eu não praticava exercícios.
 
Intrigado, fui ler a respeito e percebi que este resultado tinha relação com o fortalecimento do meu Core. O Boxe é um esporte que prioriza muito o preparo físico e treina muito a musculatura estabilizadora (simplificando o tal do Core) para que o atleta suporte as pancadas. Como eu não iria mesmo praticar boxe como profissional e nem sair dando ou recebendo porradas, percebi que não havia muito com o que me preocupar, a despeito da proibição total que o médico me fizera a respeito de esportes de impacto. Foi ali que senti na própria pele que os médicos não sabem de tudo; a medicina não é uma ciência exata assim como, aliás, nenhuma ciência o é.
 
Mas eu ainda tinha minhas dúvidas; não possuía, afinal, bagagem suficiente para desconsiderar completamente aquela proibição.
 
Foi então que me mudei para o apartamento em que moro atualmente (o mais correto seria dizer apertamento). E lá se foi o meu espaço para o saco de pancadas. Fiquei parado alguns meses, pensando em alguma logística que me permitisse tornar aos treinos.
 
Resolvi voltar a bicicleta para ir trabalhar e fiquei mais alguns anos só praticando essa atividade física e alguns exercícios com peso dentro do apartamento mesmo. Eu também não tinha muito mais tempo para pensar em começar a frequentar uma academia, pois minha filha ainda era bebê e eu queria passar o máximo de tempo possível com ela e com minha esposa.
 
Mas, já alguns anos mais velho (não muitos, mas o suficiente), comecei a perceber que só a bicicleta e os exercícios de musculação não estavam dando resultado. Às vezes eu até preferia evitar alguns destes exercícios com halter e anilhas, pois sentia que minhas dores pioravam após as sessões de treino.
 
Com o passar do tempo as dores passaram pouco a pouco a me desesperar, pios sentia que elas estavam começando a me impedir de realizar minhas atividades físicas e, sem elas, eu me tornaria um "monstro" ranzinza pelo resto da vida, kkk. Bom, brincadeiras à parte, foi mesmo muito ruim ter esta sensação de que, afinal, eu não poderia fazer uma das coisas que eu mais gostava de fazer e que tão bem fazia para a minha cabeça.
 
Já sem alternativa, procurei uma academia de boxe em uma cidade vizinha (ela era relativamente próximo, pois eu morava na divisa com esta cidade). Fiquei ali um curto período de tempo; apenas 3 meses.
 
Mas, neste curto espaço de tempo eu percebi que minhas dores diminuíram novamente e eis que tive um fiasco de luz enviado a mim pela Esperança em pessoa, pois, afinal, o fato não é que eu não poderia treinar absolutamente nada, mas de fato alguns exercícios não me faziam tão bem.
 
Estudei (por conta própria) este meu problema e a relação dos exercícios indicados para o meu caso.
 
A bicicleta não era de fato um modalidade ruim, mas como eu andava muito todos os dias e como tenho o metabolismo acelerado, eu não aumentava e nem fortalecia a musculatura necessária para estabilizar a região da coluna em que minha escoliose se apresenta. Deste modo e resumindo, a bicicleta levava embora os músculos de que eu precisaria lançar mão para manter minha coluna estável.
 
Os exercícios com halter e anilhas (levantamentos de peso básicos) não eram ruins por si mesmos, mas como em alguns movimentos eu sobrecarregava o lado "torto" da minha coluna, eu só poderia executá-los com a instrução de um profissional da área (e nas academias próximas de casa eu não encontraria nenhum).
 
Infelizmente; por um lado, o período na academia de boxe foi curto, pois tive a infelicidade de ficar com começo de pneumonia no final de dezembro de 2013 e, após o período de afastamento que minha médica me recomendou (10 dias) a academia entrara de férias e, com isso eu posterguei minha volta até que um dia eu declarei que não voltaria mais mesmo.
 
Mas não por menos. O período em que deixei de ir à academia e estudei um pouco mais a fundo o meu problema eu descobri, navegando na internet, um tal de Kettlebell.
 
Mas o que viria a ser um Kettlebell? Bom, poucas pessoas conhecem a ferramenta no Brasil (embora seu uso esteja se espalhando dia após dia) e não há muitos lugares em que se possa treinar com um Kettlebell nas academias daqui e mesmo aquelas que possuem a peça à utilizam como mais uma ferramenta para aulas em circuito, como no crossfit (em que várias ferramentas são utilizadas para trabalhar o condicionamento físico). Trata-se de um espécie de bola de ferro com uma alça (alguns diriam até que se parece com uma bala de canhão com uma alça ou com uma chaleira, de onde, aliás, vem o nome americanizado da peça) e que eram utilizados na antiga Rússia (por volta de 1700) como contra-pesos de balança.
 
Naquela época remota os russos utilizavam estes contrapesos para demonstrarem sua força, habilidade e equilíbrio em feiras livres; os homens mais fortes daquela época eram chamados, inclusive, de Girevik, termo que deriva do nome russo para Kettlebell; Gyria. Com o passar dos anos o Kettlebell viria a ser nomeado o esporte nacional naquele país e cuja pratica é incentivada pelo governo a fim de manter a população forte e saudável, diminuir os gastos com saúde pública e aumentar a produtividade do trabalhador braçal.
 
E porque deixei a academia de lado após conhecer o Kettlebell? Ocorre que esta ferramenta viria a se tornar minha principal atividade física, pois, ao mesmo tempo em que não ocasiona impacto na coluna (isso não é regra geral e depende do tipo de lesão que cada um possui, logo é bom estudar o caso antes de iniciar a pratica) o Kettlebell permite trabalhar força, aumentar e preservar a musculatura, além de ser cardiorrespiratório.
 
Na verdade não foi uma mudança de modalidade assim tão repentina. Estudei a ferramenta nos primeiros meses de 2014 ao mesmo tempo em que marquei vários retornos com o ortopedista, fiz uma ressonância da coluna e por fim, só me dei por vencido quando escutei no final daquele ano de um ortopedista (o último com o qual me consultei) que eu não só estava liberado para as atividades físicas como eu tinha a obrigação de realizar a pratica de exercícios para manter a minha coluna estável e impedir que ela piore com o avançar dos anos.
 
Lembro-me como se fosse hoje; saí do consultório quase dando pulos de alegria em uma manhã ensolarada de sol, já ansioso por trocar um Kettlebel de anilhas (que comprei para testar a ferramenta enquanto eu não tinha absoluta certeza se a coisa toda correria conforme meus planos) por um Kettlebell Pro Grade de 16 quilos.
 
E desde aquele final de 2014 até os dias de hoje venho praticando exercícios com esta fabulosa peça do mundo antigo. Às vezes realizo alguns exercícios do que se chama Hard Style (difundido no ocidente nos anos 2000 por Pavel TsaTsouline; ex-membro das forças especias Russas), mas o que mais gosto de treinar são os exercícios do próprio Girevoy Sport; pois permitem menos sobrecarga em minha coluna ao mesmo tempo em que me permitem alcançar um alto nível de atividade física em pouco tempo.
 
Além de tudo, como se não bastasse, não é preciso muito espaço para utilizar esta ferramenta e também não considero o aprendizado de seus exercícios. Mas recomendo fortemente (a quem possa a vir se interessar) em procurar ajuda especializada para terem os primeiros contatos com a ferramenta. Eu não me considero um grande praticante e conheço as minhas limitações técnicas, além do que, como sempre estive envolvido com atividades físicas sei reconhecer e aprender bem o que funciona, o que não funciona e se estou fazendo algo errado, mas, a despeito de tudo isso, ainda pretendo realizar algum WorkShop com algum profissional certificado de Kettlebell, mas no momento outros projetos não me permitem dispor do tempo e do investimento necessários para isso. Além do que, na cidade em que moro; Osasco, ainda não há nenhuma referência na área e não é viável para mim me deslocar para outras cidades. Mas é certo que, quando o momento se apresentar - e eu fizer este momento se concretizar - vou buscar diretamente com estes profissionais uma avaliação para melhorar ainda mais a minha prática, à qual pretendo levar para o resto da vida e inclusive, ensinar para a minha filha.
 
E foi assim que descobri e mergulhei nesta modalidade esportiva, nascida em tempos medievais - há quem diga que ferramentas parecidas com o Kettlebell já existiam na Grécia antiga, mas sobre isto nada posso afirmar - e que ainda são muito uteis na atualidade, como uma arma para combater a fraqueza e como meio pelo qual os guerreiros da atualidade podem se preparar para as suas lutas diárias.
 
Futuramente voltarei a falar algumas coisas legais sobre o Kettlebell. Vou indicar alguns canais e obras para quem estiver ou vier a se interessar por esta ferramenta.
 
Notas importantes:
 
    • Não recomendo a ninguém bancar o maluco (ou maluca) e sair praticando atividades físicas por conta própria como eu fiz. O melhor - embora nem sempre possível - é procurar ajuda especializada, nem que seja do seu professor ou professora de educação física ou mesmo o treinador da academia ou alguém recomendado por um profissional de saúde se for o caso. Também recomendo que leiam livros sobre o tema e, neste caso, recomendo o livro Treinamento com Kettlebells (que me ajudou bastante também);
    • Não recomendo a ninguém praticar atividade física antes de realizar uma avaliação médica, principalmente se estivermos falando de pessoas com mais idade.
    • Não sou especialista na área e tudo o que eu escrevi acima é fruto da minha visão e experiência de vida pessoal. E escrevi apenas para falar um pouco sobre a minha jornada até conhecer o Kettlebell, ferramenta esta que faço questão de divulgar para os quatro ventos, devido aos vários benefícios que podem promover para a saúde a um custo tão baixo - quando comparado às mensalidades das academias e que às vezes são bastante salgadas.
    • Caso você possua escoliose - como é o meu caso - não se desespere. Aliás, isto vale para qualquer tipo de lesão e/ou condição que atrapalhe a realização de alguma atividade qualquer, seja ela esportiva, recreativa ou mesmo profissional. Sempre há uma forma de superar um obstáculo, nem que seja desviando de seu caminho para encontrar outro caminho, que por mais que longo, o levará através da mesma jornada rumo ao seu objetivo. Saliento ainda que, nestas Olimpíadas de 2016, fiquei bastante espantado - mas não de todo surpreso - ao descobrir que Usain Bolt também possui escoliose. Sim, isso mesmo. Ele possui. Este foi um obstáculo que ele precisou superar para então começar a apresentar resultados no atletismo. Mais uma - entre tantas - provas de que a ciência não é uma área de certezas e por tanto, não deve guiar nossas vidas e escolhas de modo absoluto; mas apenas nos apoiar em nossas escolhas e decisões. Futuramente falarei de outro personagem que ilustra, talvez ainda mais que Bolt, esta superação mediante previsões da medicina e até da ciência de modo geral; falo de Valentin Dikul... Mas, isto é história para outro post.
 
Por hora é isso.

Agradeço a companhia e até a próxima viagem.

Os meus Kettlebells em casa

Comentários

Seguidores

Visualizações de página do mês passado

Postagens mais visitadas deste blog

O Tigre, de William Blake

Yokais: as criaturas sobrenaturais do folclore japonês e sua história

Filtrando pelo campo TSK_STATUS

Katana Zero

Como configurar os níveis de aprovação no app Meu RH da Totvs?

A lenda do Mapinguari: tudo o que você precisa saber sobre o monstro da Amazônia

Carmilla: a vampira de Karnstein

Drácula: é capaz de controlar os lobos?

O Evernote premium vale a pena?

Ticê: a feiticeira que se tornou a deusa do submundo

📮 Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

👁‍🗨 MARCADORES

Curiosidades Leituras crônicas de escritor crônicas de um autor independente O Conde de Monte Cristo Livros Alexandre Dumas filosofia Entretenimento espada e feitiçaria Fantasia Sombria folclore Poemas halloween Memorandos a rua dos anhangás histórias de mistério histórias de terror vampiros Contos diário literatura gótica Caravana Sombria dicas lobisomens Os Demônios de Ergatan escrita histórias de aventura histórias de fantasma Bram Stoker Oitocentos Aromas de Devaneio PODCASTS games lendas lendas urbanas sagas Atividade Física Drácula O Governador das Masmorras O Leão de Aeris Psicotrápolas Rudyard Kipling lua cheia mitologia sociedade séries de tv Conan o Bárbaro Histórias Sobrenaturais de Rudyard Kipling Via Sombria conan exiles critica social kettlebell micro contos natal paganismo resenha séries Exercícios de Criatividade O Ventre de Pedra arqueologia feriado girevoy sport gyria indicação de séries inteligência artificial krampus krampusnacht masmorras papai noel xbox Robert Ervin Howard cultura pagã estrela negra folclore guarani ia liberdade melkor morte política quadrinhos Capas Desenvolvimento de Jogos História Ilustrações J.R.R.Tolkien Os Segredos dos Suna Mandís Passeios Space Punkers bruxas era hiboriana game designer harpia histórias de horror histórias góticas hq humanidade mangá netflix personagens poema gótico prisão Anne Rice As Aventuras do Caça-Feitiço Conto Diana Entrevista com o Vampiro Haruki Murakami Joseph Delaney O DIÁRIO DE IZZI O Homem Sem Memória Romancista como vocação Sandman V de Vingança Vampiros na literatura Wana anhangás animes aranhas arquivo umbra arte bruxaria chatgpt criatividade criação de histórias cultura gótica cultura japonesa cães estações do ano facismo fanfic fantasia fantasmas festividades gatos pretos godot jogos jurupari literatura lobos magia mitologia brasileira opinião outono paródia protheus sea of thieves sexta-feira 13 sinopse sobrenatural superstições totvs vida vingança A Fênix na Espada A Guerra dos Tronos Amazon Prime Aventura Café Holístico Carmilla: a vampira de Karnstein Cristianismo Crônicas de Gelo e Fogo George R.R. Martin Joseph Conrad Joseph Sheridan Le Fanu O Chamado Selvagem O Coração das Trevas O Mentalista O Senhor dos Anéis Terry Pratchett age of war anime animes de esporte anotações bokken cadernos capa castlevania ceticismo conto de terror cotia crenças criaturas fantásticas culto aos mortos demônios dia de todos os santos diabo drama educação engines espada espada de madeira espiritualidade evernote família farmer walk feitiçaria ficção ciêntifica ficção fantástica folclore indígena folclore japonês fotografias funcom hajime no ippo horror cósmico inverno leitores lendas antigas leviathan listas lua azul lua de morango matrix megafauna mitologia indígena monstros mudanças climáticas natureza notion objetos amaldiçoados palácio da memória piratas podcast ratos reforma seres fantásticos solstício de inverno série série de terror templo zu lai tigre tutoriais utilidades viagem no tempo vila do mirante vlad tepes wicca xamanismo youkais Áudio-Drama 1ª temporada A Arte da Guerra A Balada dos Dogmas Ancestrais A Cidade dos Sete Planetas A Cidadela Escarlate A Enciclopédia de Bars A Ilha do Tesouro A Sede do Viajante A Voz no Broche Adaptações do Zorro Age Of Sorcery Akira Toryama Anéis de Poder Arquivo X Arthur C. Clarke As Mil e Uma Noites As Sombras do Mal Bad and Crazy Barad-dûr Basquete Berkely BlackSails Blog Breve encontro com Dracooh de Beltraam Bushido Caninos Brancos Canto Mordaz Carta Para um Sábio Engenheiro Cartas Chris Carter Chuck Hogan Clássicos Japoneses Sobrenaturais Colin Bridgerton Dana Scully Daniel Handler Direitos Iguais Rituais Iguais Discworld Divulgação Doctor Who Dragon Ball Eiji Yoshikawa Elizabeth Kostova Elric de Melniboné Esporte Fantasia Épica Fox Mulder Full Metal Alchemist Gaston Leroux Genghis Khan Grande A'Tuin Guillermo Del Toro Hoje é Sexta-Feira 13 e a Lua está Cheia Jack London Johann Wolfgang von Goethe Johnston McCulley Jornada de Autodescoberta Joseph Smith Julia Quinn Katana Zero Lady Whistledown Lemony Snicket Lestat de Lioncourt Lord Byron Lord Ruthven Louis de Pointe du Lac Mapinguari Michael Moorcock Michelly Mordor Musashi Na Casa de Suddhoo Na toca dos ratos letrados Nergal Novela O CADERNO DE LILIAN O Escrínio de Pooree O Fabuloso Maurício e seus Roedores Letrados O Feiticeiro de Terramar O Historiador O Hobbit O Jirinquixá Fantasma O Lobo O Lobo das Planícies O Mar O Mundo de Sofia O Ogro Montês O Primeiro Rato Letrado O Rei de Amarelo O Sexo Invisível O Sonho de Duncan Parrennes O Tigre O Tigre e o Pescador O Vampiro Lestat OBRAS Obras das minhas filhas October Faction Olga Soffer Os Bridgerton Os Incautos Os Livros da Selva Os Ratos Letrados Outono o Gênioso Oz Oz City Pedra do Teletransporte Penelope Pituxa Polo Noel Atan Red John Rei Ladrão & Lâmina Randômica Richard Gordon Smith Robert E. Howard Robert Louis Stevenson Robert William Chambers Romance histórico Rotbranch Safira Samhain Sarcosuchusimperator Simbad Sobre a Escrita Sociedade Blake Stephen King Stranger From Hell Série Zorro TI Tevildo Thomas Alva Edison Thomas Hobbes Tik Tak Tomas Ward Tortuga Ursula K. Le Guin Valerio Evangelisti Vida e Morte Vó Mais Velha Wassily Wassilyevich Kandinsky William Blake Wyna daqui a três estrelas Yoshihiro Togashi Yu Yu Hakusho Zorro absinto aho aho akemi aleijadinho algoritmos alienígenas alquimia aluguel amazônia amor anagramas andarilhos animais de estimação animação ano novo análise aranha marrom aranha suprema arquétipo artesanato astronomia atalho atitudes auroques autopublicação aves míticas azar balabolka baladas banho frio banho gelado bicicleta bienal do livro biografia blogger bokuto boxe bugs caderno de lugar comum calçados militares caminhos escuros carlos ruas carnaval carta do chefe Seatle casa nova casas mal assombradas castelos castelos medievais categorias cavaleiro da lua celebrações pagãs chalupa chonchu chrome cidadania cientista civilização ciência condessa G condomínio configuração consciência conspiração conto epistolar coragem cordilheira dos andes corsários crianças criaturas lupinas crimes cultura brasileira cultura otaku cárcere dark rider dark side democracia deusa da lua e da caça devaneios dia das crianças dia de finados dia do saci dia dos mortos distopias diy doramas eclipse eclipse do sol eclipse solar ecologia el niño ema encantos esboços escultura escuridão espírito de luta espíritos exoplanetas falta de energia elétrica faça você mesmo feiticeiras feitiços felicidade felipe ferri ficção científica filmes fome fonte tipográfica fonógrafo fortuna fundação japão game pass gratidão greve gênero harpias histórias de pescador hitória hobby homenagem homens humor husky hábitos saudáveis ia para geração de imagens idealismo identidade igualdade de gênero imaginação imaterialismo inquisição jaci jaterê japão japão feudal jogos 2d jogos de plataforma jornada kami katana kendo kraken kraken tinto labirintos labirintos 2D lealdade leitor cabuloso leituras da Lilian lenda guarani leste leviatã licantropia linguagem de programação literatura aventuresca literatura fantástica literatura inglesa live action livros infanto juvenis lobisomem lobo lobos gigantes loop lugares mal assombrados lógica de programação malaquias mandalas mangaká matemática mawé mazolata mboi-tui meio ambiente melancolia memorização mercado de trabalho meu rh microsoft midjourney mistério mitologia grega mitologia japonesa mitologia árabe mitra miyamoto musashi mizu moccoletto mochila modelo de linguagem modo escuro molossus monograma montanha morgoth morpheus moto motoqueiro mudança mulheres mundos método wim hof músicas narrativa navios piratas neil gaiman noite eterna nomes de gatos pretos nona arte nostalgia o inverno está chegando o que é vida objetos mágicos ogros oração os sete monstros os sete monstros lendários osamu tezuka ovni patriarcado pena pensamentos perpétuos pesadelos pescador piedade piratas do caribe pluto pod cast poderes porto real povo nômade povos aborígenes predadores prefácio primavera primeiras impressões problemas profecia pterossauro publicação independente qualidade de vida quarta parede reclamação reflorestamento religião religião de zath resenhas rio Pinheiros rio Tietê ritual robôs roc roca roda do ano roma antiga romantismo cósmico romênia roque sacerdotisas de zath samurai de olhos azuis sarcosuchus Imperator saturnalia saturnália saúde segredos serpente-papagaio sexo frágil sintetizador de voz sistema mágico smilodon sobrevivencialismo solstício solstício de verão sonhar sophia perennis sorte suna mandís suspense sustentabilidade tau e kerana teclado telhado telhas de pvc templo de hachiman tempo teoria das cores terror texto em fala ticê tigre dente de sabre totvs carol transilvânia travessão treinameno treinamento treino trevas trickster tumba de gallaman tv título um sábado qualquer universidades van helsing varacolaci vendaval verão vida em condomínio vigília da nevasca westeros windows winterfell wombo art xintoísmo ymir yokai yokais youkai yule zath zoonoses águia ódio
Mostrar mais

Apresentando a Saga O Governador das Masmorras

Apresentando a Saga O Governador das Masmorras
Em o Ataque da Estrela Negra, conhecemos o relato sinistro sobre a trágica queda de uma cidadela marítima que foi engolida em uma única noite por forças malignas além da compreensão humana. Esta história se passa em um universo fantástico e exótico, cujos personagens se envolvem em mistério, violência, rebeliões sangrentas, seitas malignas, criaturas sobrenaturais com habilidades e intenções ocultas e uma narradora tão misteriosa quanto o relato de que foi testemunha.

A Misteriosa Espiã Alada: as revelações tenebrosas de uma misteriosa criatura

A Misteriosa Espiã Alada: as revelações tenebrosas de uma misteriosa criatura
Em A Misteriosa Espiã Alada, conhecemos mais sobre a misteriosa narradora de evento sinistro que se abateu sobre a Cidadela Marítima de Ancar e também sobre a figura sombria a quem a narradora se refere como "Assombrado" e "Sempre-sobre-a-torre". Quem é a misteriosa donzela alada? Quem é a misteriosa figura que a interpela através de um aparente feitiço sinistro no alto do torreão sombrio, cercado pelas ruínas de um templo ancestral tomado pela vegetação e pelas raízes de árvores frondosas e soturnas que dançam e cantam com o vento a música lúgubre típica dos cantos ermos do mundo?

A Queda da Cidadela Marítima: Uma Narrativa Fantástica e Misteriosa

A Queda da Cidadela Marítima: Uma Narrativa Fantástica e Misteriosa
Em A Queda da Cidadela Marítima, conhecemos o relato sinistro sobre a trágica queda de uma cidadela marítima que foi engolida em uma única noite por forças malignas além da compreensão humana.

O Ventre de Pedra: A Cela

O Ventre de Pedra: A Cela
Em A Cela, somos apresentados a um homem que acorda em desespero e sem memória em uma masmorra agourenta nas produndezas de uma caverna trancada por barras de ferros e vigiada por soldados soturnos armados com espadas tão frias quanto seus olhares. O que será deste homem nesta masmorra agourenta? Por qual motivo ele foi parar ali? O caos e o pesadelo está apenas começando nessa história que se passa em um universo fantástico e exótico, em que seitas malignas, seres sobrenaturais com poderes e intenções incompreensíveis, rebeliões sangrentas e personagens intrigantes estão envoltos em uma cortina de mistério, magia e uma treva cada vez mais densa.

A Balada dos Dogmas Ancestrais

A Balada dos Dogmas Ancestrais
Nesse post apresento o prólogo A Balada dos Dogmas Ancestrais, uma canção que narra eventos ocorridos em uma época remota nesse universo fantástico e cuja história sobreviveu na cultura de poucos povos, como os Suna Mandís, cuja tradição oral e segredos místicos perigosíssimos são preservados e protegidos por seu povo devido a um pacto firmado por um ancestral remoto desse povo: um pacto sombrio que visa pagar um crime que condenou todo um arquepélago à ruína.

O Povo das Mandalas Errantes

O Povo das Mandalas Errantes
Hoje estou às voltas com o povo das mandalas errantes... Protagonistas (e antagonista) do segundo conto no qual estou trabalhando neste universo fantástico que tenho chamado de Um Mundo Estranho...

Uma garota gótica vestida de preto

Uma garota gótica vestida de preto
Seu nome é Luisa, uma garota de 17 anos que se veste de preto e usa maquiagem carregada em tons escuros. Ela adora ouvir música com letras sombrias e melancólicas, mas neste fim de tarde a única música que seus ouvidos desejam escutar é a do silêncio. O problema é que...

Escrevendo a premissa de Via Sombria

Escrevendo a premissa de Via Sombria
Tenho sido bastante produtivo nas últimas semanas, embora não tenha conseguido concluir nenhum dos meus trabalhos em andamento. Em parte porque tenho muito coisa para fazer, mas também porque quando estou...

A Verdade sobre o Faz de Conta

A Verdade sobre o Faz de Conta
...há algo escondido nas histórias fantásticas que as pessoas quase sempre não percebem que está lá: não raro essas histórias tocam justamente nas duras e difíceis questões reais que estão sempre presentes na vida de todo mundo...