O meu lado Game Designer

O meu lado Game Designer


Hoje é 5 de julho de 2021...

Eu tenho estado um pouco atrasado com meus projetos literários nos ultimos três ou quatro meses. E de quem é a culpa? Bom, eu tenho que culpar alguém não é mesmo? E neste caso vou culpar um outro "eu" que foi despertado recentemente por um documentário que assisti por acaso na Netflix.

Acontece que desde muito jovem eu sou fascinado por video-game, mas não no sentido de que eu sou um "viciado" em video-games, ou que eu seja um grande "jogador" de video-games. Pelo contrário; o que eu gosto mesmo é de criar jogos, enredos, mecânicas, etc… Tanto que já criei alguns jogos de RPG de tabuleiro ainda criança (já que eu não dispunha de video-games e computadores naquela época, eu procurava outras formas de extravazar meu entusiasmo por esta área tão fascinante: no caso meus igredientes eram papelão, sulfite, caneas coloridas e alguns dados de 6 lados de que eu dispunha, e claro, meus irmãos como cobaias não tão interessadas assim nas minhas criações).
Depois que eu assisti ao documentário GDLK (que fala um pouco sobre a industria de jogos entre os anos 80 e 90 e mostra alguns desenvolvedores e seus jogos que marcaram aquela época) eu me senti compelido a retomar um projeto que deixei parado em meados de junho a julho de 2020 (vulgo o ano passado).



Na verdade, não se tratava de um projeto em si, mas sim de uma ambição minha ainda mais antiga; a de estudar a engine de jogos Unreal 4, para então usá-la para criar meus próprios jogos indie.
Quem não gostaria de criar e lançar os seus próprios jogos usando uma ferramenta poderosa como esta? É como peguntar se o Bowser quer dominar o Reino dos Cogumelos.
Infelizmente eu interrompi os meus estudos pois meu notebook não estava dando conta do poder desta engine (capaz de criar jogos 3D belissimos) e, mesmo tentando retomar este ano, meu computador (por algum motivo) não ficou mais rápido do que no ano passado (risos).

Porém, como a perseverança (e a teimosia) são virtudes bastante acentuadas em minha pessoa (sem falar na falta de grana para um computador novo e mais poderoso) eu busquei dar um passo atrás, isto é, já que meu computador não consegue dar conta de jogos 3D, talvez eu devesse aprender a criar jogos 2D primeiro.

Afinal, nunca se deve subestimar o poder das duas Dimensões (Bill Cipher que o diga).

Foi aí que sai em busca de uma engine de jogos mais leve e que possuisse os recursos necessários para os games 2D. Então eu descobri a Godot e é por causa desta engine que tenho atrasado meus projetos literários.


Mas o que é essa tal de Godot?


Usando a explicação da própria documentação da ferramenta: Godot é um motor de jogos 2D e 3D de uso geral projetado para dar suporte a qualquer tipo de projeto. Você pode usá-lo para criar jogos ou aplicativos que podem ser lançados em computadores, celulares e também na internet. Você também pode criar jogos de console ele, mesmo que você precise de fortes habilidades de programação ou de um desenvolvedor para portar o jogo para você.

Tenho me debruçado sobre os segredos criptcos desta poderosa ferramenta a fim de dar vida às minhas criações. Mas acreditem, é por uma boa causa e, logo mais, trato de colocar meus livros em dia.

Por hora vou postar alguns videos do meu projeto de estudo na Unreal 4 (são videos do ano passado) e, em um outro post eu venho mostrar um pouco do que tenho feito na Godot.

O jogo que iniciei ano passado (The Lost Lands of the Space Witch) não possui uma história bem definida, eu apenas saí criando coisas conforme minha mente me direcionava e claro, devo todo o meu aprendizado às centenas de video-aulas que assisti no Youtube (agradeço, de verdade, a estes professores da era moderna).

Futuramente, quem sabe, eu não desenvolvo o roteiro de forma mais definida e retomo este projeto.








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