Resenha de Os Pequenos Guardiões

Imagem da HQ Mouse Guard, um rato pilotando um pássaro como se fosse um avião

Imagine um mundo similar a idade média do nosso mundo.

Imagine agora, que ao invés de humanos, a civilização fosse formada por ratos. Isto mesmo, ratos!

Agora pense em todos os desafios que o povo dos ratos teria para enfrentar neste mundo; raposas, corujas, sem falar de gatos e outros predadores.

Sim sim meus amigos, seria um mundo cheio de perigos. Sem contar que para um rato, a travessia de um rio poderia ser como a travessia de um imenso mar bravio. Para um rato, atravessar uma pequena colina seria como cruzar uma colossal montanha cheia de predadores e outros perigos da natureza.

É neste cenário cheio de perigos que a civilização dos ratos tentam sobreviver e para isso contam com “A Guarda”, um grupo de ratos responsáveis por proteger seu povo.

Lieam, Kenzie e Saxon são os membros da “Guarda” enviados para encontrar um comerciante desaparecido. Durante a missão eles descobrem que o comerciante havia morrido, mas a missão mostrasse muito maior do que um simples resgate quando eles descobrem que o comerciante carregava os mapas de Lockheaven e que uma traição está se formando.

De autoria de David Petersen, a obra tornou-se um verdadeiro best-seller, ganhando até mesmo o prêmio Will Eisner.

A história é simples, porém envolvente; trata-se de um mundo cativante apresentado sob uma narrativa dinâmica e empolgante e sob os desenhos magníficos do autor.

A série, dividida em seis volumes, foi publicada no Brasil em 2008 pela Conrad.

Fica aí a dica de leitura para qualquer um interessado em quadrinhos de qualidade, em uma aventura realmente empolgante e que goste de trabalhos artísticos como desenhos e pinturas.

Até o próximo Post.




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Éder S.P.V. Gonçalves
Oz, São Paulo, Brazil
Em uma cabana na montanha vive um monstro. A criatura selvagem é um ficcionista perigoso; escreve poema, romance e também conto. Em tom sério (e às vezes também com humor) fala sobre fantasia, mistério e terror. Mil hobbys ele tem; até desenvolvedor de jogos, podcaster e programador. De vez em quando se veste de humano e anda por cidades cinzentas só para saber como é viver em um cenário de horror. Este é um perigoso Ideário, pois é o caderno de anotações de um monstro polimático.