O Bueiro da Rua 13: Horror Cósmico, Lenda Urbana e Mistério no Arquivo Nix
Quando o Subúrbio Ganha Consciência
Uma coleção de casos insólitos, sinistros e misteriosos
Quem nunca se perguntou sobre as profundezas do lugar em que mora? Seja sobre o porão de uma casa, de um bairro ou de uma região ainda maior. Apesar da curiosidade que é um traço notório da espécie humana, poucos têm coragem de se aventurar nessas profundezas.
Devo concordar com Elvira Serranegra em relação ao fato de que o mundo real abriga fatos mais estranhos e bizarros do que a imaginação pode conceber, por mais que nos esforcemos para acreditar no contrário. Vocês não acreditariam, por exemplo, que em pleno janeiro, no auge do verão tropical, esta semana foi de frio, garoa e um clima de mistério perfeito para editar e concluir mais um registro do Arquivo Nix: O Bueiro da Rua 13.
Lá fora, o céu cinzento e carregado desliza suavemente pelo firmamento, em um ritmo que me faz sentir como se o tempo houvesse desacelerado. Mas sei que esta ilusão é uma armadilha e, por isso, não perco um instante sequer pestanejando; dou sequência ao interminável trabalho que tenho pela frente: reorganizar anotações, migrar meu acervo de textos de uma plataforma digital para outra e, sem dúvida, concluir minhas obras... Por menor que elas sejam.
Embora eu esteja trabalhando intensamente nas histórias que mergulham no passado de Elvira (como O Segredo do Jardim Proibido) e nos mistérios de Vila Porto, o Arquivo Nix é, por definição, um repositório de casos variados. Hoje, abro ao público um dos relatos mais perturbadores e existenciais já catalogados por nossa curadora. Não se trata de uma assombração comum, mas de algo que espreita logo abaixo dos nossos pés, na rotina cínica das nossas ruas.
O Registro #1501211103: O Bueiro da Rua 13
Este não é apenas um conto sobre o que se esconde nos esgotos. É um horror de natureza filosófica e urbana, onde a própria infraestrutura de um bairro — o Jardim Santa Maria — parece ter desenvolvido uma consciência ácida e observadora.
Neste caso, um jornalista exausto decide descansar em uma rua deserta, apenas para descobrir que a cidade não é apenas um amontoado de concreto e metal, mas uma entidade que nos estuda enquanto despejamos nela nossos restos e nossas almas. Para quem gosta de horror cósmico e lendas urbanas com uma pegada brasileira, este registro é um mergulho sem volta nas profundezas da nossa própria sociedade.
Abaixo, compartilho a ficha técnica deste caso, com a análise técnica da Elvira:
Detalhes do Arquivo (Ficha Técnica)
STATUS: Relato coletado de um jovem jornalista (Fonte Oculta).
LOCALIZAÇÃO: Rua 13, Jardim Santa Maria - Setor Oz.
ASSUNTO: Possível contato de primeiro grau com uma entidade gerada por eco social.
NOTA DA CURADORA: "Pude constatar que o indivíduo é mentalmente são e lúcido. Isso reforça a minha tese de que o caso trata-se de um contato com um 'eco social' — um subconsciente coletivo que desperta autonomia e consciência própria. Seriam as cidades entidades capazes de manifestar algo parecido com 'consciência'? Se for este o caso, a fonte terá tido um extraordinário contato com uma dessas consciências que a ciência sequer considera em seu horizonte, ficando completamente alheia à escuridão lá fora."
Já Disponível no Kindle
Existem lugares na cidade que o sol nunca alcança, e existem ruídos que o asfalto tenta, sem sucesso, sufocar. No Jardim Santa Maria, um encontro casual à beira da calçada na Rua 13 revela que o "progresso" tem um preço — e ele é pago em silêncio. Este caso singular; "O Bueiro da Rua 13", já está disponível na Amazon!Ele chega como uma "Novela" dentro da série Arquivo Nix, servindo como mais uma peça do quebra-cabeça que Elvira Serranegra está tentando montar. Se você já se sentiu observado ao caminhar por uma rua vazia ou se questionou o que acontece com tudo aquilo que "desaparece" pelos ralos da cidade, este conto foi escrito para você.
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Prepare-se. Às vezes, a verdade não está nas estrelas, mas escorrendo pela sarjeta, esperando que você se digne a escutar.
Cuidado onde pisa. O subúrbio está acordado.



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