A Balada dos Dogmas Ancestrais: O Governador das Masmorras

Deuses Soturnos e Misteriosos guiam uma raça humana primitiva rumo ao florescer de uma ancestral e misteriosa civilização, mas por quanto tempo os humanos poderão contar com seus guias celestes?

📕

Uma balada para a todos lembrar:

que o declínio da civilização fará a todos sangrar

Em O Governador das Masmorras, conhecemos uma saga de fantasia sombria que se passa em um universo fantástico e exótico, cujos personagens se envolvem em mistério, violência, rebeliões sangrentas, seitas malignas, criaturas sobrenaturais com habilidades e intenções ocultas.


Nesse post apresento o prólogo A Balada dos Dogmas Ancestrais, uma canção que narra eventos ocorridos em uma época remota nesse universo fantástico e cuja história sobreviveu na cultura de poucos povos, como os Suna Mandís, cuja tradição oral e segredos místicos perigosíssimos são preservados e protegidos por seu povo devido a um pacto firmado por um ancestral remoto desse povo: um pacto sombrio que visa pagar um crime que condenou todo um arquepélago à ruína.

A Balada dos Dogmas Ancestrais é um poema que faz parte da saga “O Governador das Masmorras”, um projeto literário que estou desenvolvendo há alguns anos. A saga se passa em um universo fantástico no estilo “espada e feitiçaria”, onde a magia, a ciência e o terror se misturam em um mundo selvagem e perigoso.

Essa canção conta a história da humanidade neste mundo, desde os tempos antigos até os dias atuais, e o papel dos Reis e Guias, que eram seres virtuais que ensinavam e protegiam as pessoas. Os Reis e Guias eram na verdade alienígenas que podiam manipular a realidade e assumir formas físicas, mas que se afastaram da humanidade por causa do seu desvio e para preservar o seu livre arbítrio.

Baladas são uma forma de literatura que combina poesia e narrativa, e que tem origem na Idade Média. A minha balada se inspira na balada inglesa, que é composta por quatro estrofes de seis ou oito versos, com um refrão que se repete no final de cada estrofe. A minha balada tem um tom épico e poético, e mostra como as pessoas foram se distanciando da verdade e da compreensão, e se entregando ao dogma e à guerra.

Essa canção é uma forma de expressar o meu pensamento e sentimento sobre o mundo, a sociedade e a história. É também uma forma de apresentar o universo dessa saga, que inclui outras publicações e está em processo de revisão para futuros lançamentos. Espero que vocês gostem do texto e que se interessem pela saga “O Governador das Masmorras”.

Porém, há mais neste universo e a humanidade é apenas um dos pontos de vista apresentados: há outras espécies inteligentes nesse universo e criaturas místicas, alienígenas e misteriosas envolvidas nas mais diversas tramas.

Apesar de ser um projeto antigo que ainda está em andamento, ele está muito vivo e volta e meia recebe atualizações. Ele faz parte de um projeto literário maior, que inclusive já teve algumas publicações (como O Leão de Aeris e Os Demônios de Ergatan; que será repúblicado como "Os Segredos dos Suna Mandís" em mais de uma parte: espero que em breve).

No momento, o material que compõe todas as sagas dentro desse universo; esse mundo estranho, estão sendo revisados para que contos, novelas e até romances sejam lançados (em um futuro que, apesar de incerto, espero que não esteja tão longe). Para conhecer mais sobre esse projeto, eu indico um post antigo e também indico um post mais atual aqui do blog: em "O Povo das Mandalas Errantes" eu falo sobre os trabalhos mais recentes desse universo e explico um pouco também sobre o andamento desse projeto.

Agora, deixo vocês com esse prólogo em forma de poema: A Balada dos Dogmas Ancestrais.

Após a leitura, recomendo o post a Cela; que também faz parte da Saga "O Governador das Masmorras" no arco "O Ventre de Pedra".

Um Rei Ancestrai segura seu cetro e seu cajado enquanto ensina um humano a como se tornar um líder poderoso para o seu povo

Prólogo: A Balada dos Dogmas Ancestrais

No começo haviam as pessoas de antigamente;

No começo as pessoas de antigamente conheceram os Grandes Guias;

E os Grandes Guias eram muitos;

Destes muitos, apenas alguns tornaram-se Reis...

Os deuses de outro mundo eram muitos, mas apenas alguns tornaram-se os Reis das pessoas de atigamente

Os primeiros Reis das pessoas de antigamente;

Mesmo que eles próprios não fossem pessoas;

Os primeiros Reis eram os conselheiros dos homens;

Eram as conselheiras das mulheres;

Mas eles próprios não possuíam gênero;

Os primeiros Reis eram os guardiões das crianças;

Eram as marcas que personificam o semblante dos anciões;

Mas eles próprios não possuíam idade;

Os primeiros Reis não pertenciam ao espaço entre o inicio e o fim;

E, portanto, eles próprios não possuíam existência;

Eram o potencial de vir a ser;

Eram, portanto, virtuais;

E quando eles vinham a ser...

Entre o inicio e o fim...

Exerciam, portanto, as virtudes que representavam;

O governo dos primeiros Reis era cientifico;

Seu governo pautava-se na compreensão;

Pautava-se na tentativa de compreender o quer que fosse;

E o tempo passou...

E os primeiros Reis se foram após cumprir seu papel...

Ensinaram às pessoas de antigamente a dobrar o ferro;

A esculpir a pedra;

A moldar a madeira;

Ensinaram às pessoas de antigamente a cultivar a vida;

Semear sementes;

Tratar plantas;

Colher os frutos;

E recomeçar;

Ensinaram às pessoas de antigamente o preço do sacrifício;

Cuidar de animais;

Matar animais;

Comer animais;

Deixar os animais viverem;

Ensinaram às pessoas de antigamente sobre vida e morte;

E sobre eternidade;

Os Reis de antigamente ensinaram esses e muitos outros saberes;

Ensinaram a fazer ciência;

E se foram em seguida;

Para os Palácios Virtuais;

Além do domínio das pessoas;

E o tempo passou...

E a ciência virou Filosofia;

O governo das pessoas, então, pautava-se em teorizar;

Seu governo não fazia mais experiências...

Não fazia mais testes...

Não fazia mais...

Tentavam adivinhar a verdade...

Mas não a alcançavam...

Pois a verdade precisava ser compreendida!

Não adivinhada!

Os seres virtuais não possuem uma forma em específico, mas sim as virtudes que representam

Os Reis de antigamente visitavam as pessoas;

As vezes as aconselhavam;

As vezes as protegiam;

As vezes as ouviam;

Vinham para o espaço entre o inicio e o fim;

Para depois partirem novamente;

Para os Palácios Virtuais;

E o tempo passou...

E a Filosofia virou Dogma;

O Governo das pessoas, então, pautava-se em memorizar;

Pautava-se em repassar uma coleção de verdades imutáveis;

Seu governo havia morrido;

Passaram a ser governados por suas próprias leis;

Os Reis de antigamente visitavam as pessoas;

As vezes as protegiam;

As vezes as ouviam;

Vinham para o espaço entre o inicio e o fim;

Para depois partirem novamente;

Para os Palácios Virtuais;

E o tempo passou...

Os Reis Ancestrais partiram para os palácios virtuais

E o Dogma multiplicou-se;

O Governo das pessoas dividiu-se;

E cada novo Governo pautava-se em meias verdades...

Em verdades incompletas;

Nenhum Governo possuía Vida, mas todos possuíam Morte;

As pessoas eram governadas por suas próprias leis...

E estas os levavam a guerrear com outros Governos;

Os Reis de antigamente visitavam as pessoas;

As vezes as ouviam;

Vinham para o espaço entre o inicio e o fim;

Para depois partirem novamente;

Para os Palácios Virtuais;

E o tempo passou...

E os Dogmas viraram religiões, mitos, contos, alegorias;

Todas pautavam-se em leis corrompidas;

O Governo das pessoas há muito era uma ilusão;

Nenhuma religião, mito, conto, alegoria era suficiente para as pessoas governarem e viverem;

Todas as religiões, mitos, contos e alegorias eram mais que o suficiente para as pessoas serem Governadas;

Eram suficientes para as pessoas se matarem;

Os Reis de antigamente visitavam as pessoas;

Mas não se revelavam mais para estas;

Eram poucas as pessoas capazes de reconhecerem os seus antigos Reis e Guias;

Mesmo estas não os viam, pois eles mantinham-se escondidos, disfarçados, ocultos...

Apenas observando as pessoas serem Governadas por suas próprias mentiras;

Eles aguardavam que as pessoas tentassem alcançar os Palácios Virtuais...

Ou...

Aguardavam que as pessoas chegassem ao fim sem terem conhecido a eternidade;

Vinham para o espaço entre o inicio e o fim;

Para depois partirem novamente;

Para os Palácios Virtuais;

Os Palácios Virtuais estão além dos humanos; apenas os Reis Acenstrais e sua prole podem ver e acessar estas regiões ocultas dos planos existênciais

Sem terem sido notados em suas manifestações simbólicas e em suas roupagens materiais.

E assim, as pessoas de antigamente tornaram-se as pessoas atuais...

E assim, as pessoas de antigamente esqueceram seus primeiros Reis...

E assim, as pessoas atuais se encontram...

Em algum lugar entre o inicio e o fim...

Fora do alcance da eternidade...

Fora do alcance dos Palácios Virtuais...

Sendo Governadas por suas próprias mentiras...

Continua...

Se você gostou da história, vai gostar de ler também o Misterioso Relato da Donzela Alada e também a Cela; que também faz parte do arco O Ventre de Pedra da Saga O Governador das Masmorras.

Os Reis Ancestrais são uma forma de vida baseada em dados conhecida como Virtuais; criaturas capazes de moldar o mundo físico desde que os recursos e condições necessárias estejam disponíveis, podendo inclusive criarem um ou mais corpos físicos para habitarem ao mesmo tempo se desejarem



Comentários

Minha foto
Éder S.P.V. Gonçalves
Osasco, SP, Brazil
É um ficcionista trevoso; escreve poema, romance e também conto. Mescla tom sério com humor ao falar sobre fantasia, mistério e terror. Mantém um blog onde posta textos por vezes sombrios e temperados com ácido humor.

Postagens mais visitadas deste blog

O Tigre, de William Blake

Yokais: as criaturas sobrenaturais do folclore japonês e sua história

Katana Zero

Carmilla: a vampira de Karnstein

Filtrando pelo campo TSK_STATUS

A lenda do Mapinguari: tudo o que você precisa saber sobre o monstro da Amazônia

Nomes de gatos pretos: inspirações da literatura fantástica

Halloween: qual a origem e curiosidades dessa festa cheia de gostosuras e travessuras?

Poema Trevas de Lord Byron

Drácula: é capaz de controlar os lobos?

📮 Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

👁‍🗨 MARCADORES

Curiosidades Leituras crônicas de escritor crônicas de um autor independente O Conde de Monte Cristo Alexandre Dumas Livros filosofia espada e feitiçaria Entretenimento Fantasia Sombria Poemas folclore Memorandos a rua dos anhangás histórias de mistério histórias de terror vampiros Contos literatura gótica Caravana Sombria diário halloween dicas Os Demônios de Ergatan histórias de aventura histórias de fantasma lobisomens Bram Stoker Oitocentos Aromas de Devaneio PODCASTS escrita games sagas Drácula O Governador das Masmorras O Leão de Aeris Psicotrápolas lendas lendas urbanas mitologia Atividade Física Conan o Bárbaro Histórias Sobrenaturais de Rudyard Kipling Rudyard Kipling Via Sombria conan exiles critica social kettlebell lua cheia micro contos natal paganismo resenha sociedade séries séries de tv Exercícios de Criatividade O Ventre de Pedra arqueologia feriado girevoy sport gyria inteligência artificial krampus krampusnacht masmorras papai noel xbox Robert Ervin Howard cultura pagã estrela negra folclore guarani ia indicação de séries liberdade melkor morte quadrinhos Capas Desenvolvimento de Jogos História Ilustrações Os Segredos dos Suna Mandís Passeios Space Punkers era hiboriana game designer harpia histórias de horror histórias góticas hq humanidade mangá netflix personagens poema gótico política prisão As Aventuras do Caça-Feitiço Conto Diana Haruki Murakami J.R.R.Tolkien Joseph Delaney O DIÁRIO DE IZZI O Homem Sem Memória Romancista como vocação Sandman V de Vingança Vampiros na literatura Wana anhangás animes aranhas arquivo umbra arte bruxaria bruxas chatgpt criação de histórias cultura gótica cultura japonesa cães estações do ano facismo fanfic fantasia fantasmas festividades gatos pretos godot jogos jurupari literatura magia mitologia brasileira outono paródia protheus sea of thieves sexta-feira 13 superstições totvs vida vingança A Fênix na Espada Aventura Café Holístico Carmilla: a vampira de Karnstein Cristianismo Joseph Conrad Joseph Sheridan Le Fanu O Chamado Selvagem O Coração das Trevas O Mentalista Terry Pratchett age of war anime animes de esporte anotações bokken cadernos capa castlevania ceticismo conto de terror cotia crenças criatividade criaturas fantásticas culto aos mortos demônios dia de todos os santos diabo drama educação engines espada espada de madeira espiritualidade evernote família farmer walk feitiçaria ficção ciêntifica ficção fantástica folclore indígena folclore japonês fotografias funcom hajime no ippo horror cósmico inverno leitores listas lobos lua azul matrix megafauna mitologia indígena monstros natureza notion objetos amaldiçoados opinião palácio da memória piratas podcast ratos reforma seres fantásticos sinopse sobrenatural série de terror templo zu lai tigre tutoriais utilidades viagem no tempo vila do mirante vlad tepes wicca xamanismo youkais Áudio-Drama A Arte da Guerra A Balada dos Dogmas Ancestrais A Cidade dos Sete Planetas A Cidadela Escarlate A Enciclopédia de Bars A Ilha do Tesouro A Sede do Viajante A Voz no Broche Adaptações do Zorro Age Of Sorcery Akira Toryama Amazon Prime Anne Rice Arthur C. Clarke As Mil e Uma Noites As Sombras do Mal Bad and Crazy Barad-dûr Berkely BlackSails Blog Breve encontro com Dracooh de Beltraam Bushido Caninos Brancos Canto Mordaz Carta Para um Sábio Engenheiro Cartas Chuck Hogan Clássicos Japoneses Sobrenaturais Daniel Handler Direitos Iguais Rituais Iguais Discworld Divulgação Doctor Who Dragon Ball Eiji Yoshikawa Elizabeth Kostova Elric de Melniboné Entrevista com o Vampiro Fantasia Épica Full Metal Alchemist Gaston Leroux Genghis Khan Grande A'Tuin Guillermo Del Toro Hoje é Sexta-Feira 13 e a Lua está Cheia Jack London Johann Wolfgang von Goethe Johnston McCulley Jornada de Autodescoberta Joseph Smith Katana Zero Lemony Snicket Lestat de Lioncourt Lord Byron Lord Ruthven Louis de Pointe du Lac Mapinguari Michael Moorcock Michelly Mordor Musashi Na Casa de Suddhoo Na toca dos ratos letrados Nergal Novela O Escrínio de Pooree O Fabuloso Maurício e seus Roedores Letrados O Feiticeiro de Terramar O Historiador O Hobbit O Jirinquixá Fantasma O Lobo O Lobo das Planícies O Mar O Mundo de Sofia O Ogro Montês O Primeiro Rato Letrado O Rei de Amarelo O Senhor dos Anéis O Sexo Invisível O Sonho de Duncan Parrennes O Tigre O Tigre e o Pescador Obras das minhas filhas October Faction Olga Soffer Os Incautos Os Livros da Selva Os Ratos Letrados Outono o Gênioso Oz Oz City Pedra do Teletransporte Pituxa Polo Noel Atan Red John Rei Ladrão & Lâmina Randômica Richard Gordon Smith Robert E. Howard Robert Louis Stevenson Robert William Chambers Rotbranch Safira Samhain Sarcosuchusimperator Simbad Sobre a Escrita Sociedade Blake Stephen King Stranger From Hell Série Zorro TI Tevildo Thomas Alva Edison Tik Tak Tomas Ward Tortuga Ursula K. Le Guin Valerio Evangelisti Vida e Morte Vó Mais Velha Wassily Wassilyevich Kandinsky William Blake Wyna daqui a três estrelas Yoshihiro Togashi Yu Yu Hakusho Zorro absinto aho aho akemi aleijadinho algoritmos alienígenas alquimia aluguel amazônia amor anagramas andarilhos animais de estimação animação ano novo aranha marrom aranha suprema arquétipo artesanato astronomia atalho atitudes autopublicação aves míticas azar balabolka baladas banho frio banho gelado bicicleta bienal do livro biografia blogger bokuto boxe bugs caderno de lugar comum calçados militares caminhos escuros carlos ruas carnaval carta do chefe Seatle casa nova casas mal assombradas castelos castelos medievais categorias cavaleiro da lua celebrações pagãs chalupa chonchu chrome cidadania cientista civilização ciência condessa G condomínio configuração consciência conto epistolar coragem cordilheira dos andes corsários crianças criaturas lupinas crimes cultura brasileira cultura otaku cárcere dark rider dark side democracia deusa da lua e da caça devaneios dia das crianças dia de finados dia do saci dia dos mortos distopias diy doramas eclipse eclipse do sol eclipse solar ecologia el niño ema encantos esboços escultura escuridão espírito de luta espíritos exoplanetas falta de energia elétrica faça você mesmo feiticeiras feitiços felicidade felipe ferri fome fonte tipográfica fonógrafo fortuna fundação japão game pass gratidão greve gênero harpias histórias de pescador hitória hobby homenagem homens humor husky hábitos saudáveis ia para geração de imagens idealismo identidade igualdade de gênero imaginação imaterialismo inquisição jaci jaterê japão japão feudal jogos 2d jogos de plataforma jornada kami katana kendo kraken kraken tinto labirintos labirintos 2D lealdade leitor cabuloso lenda guarani lendas antigas leste leviathan licantropia linguagem de programação literatura aventuresca literatura fantástica literatura inglesa live action livros infanto juvenis loop lua de morango lugares mal assombrados lógica de programação malaquias mandalas mangaká matemática mawé mazolata mboi-tui meio ambiente melancolia memorização mercado de trabalho meu rh microsoft midjourney mistério mitologia grega mitologia japonesa mitologia árabe mitra miyamoto musashi mizu moccoletto mochila modelo de linguagem modo escuro molossus monograma montanha morgoth morpheus moto motoqueiro mudança mudanças climáticas mulheres mundos método wim hof músicas narrativa navios piratas neil gaiman noite eterna nomes de gatos pretos nona arte nostalgia o que é vida objetos mágicos ogros oração os sete monstros osamu tezuka patriarcado pena pensamentos perpétuos pesadelos pescador piedade piratas do caribe pluto pod cast poderes povo nômade povos aborígenes predadores prefácio primavera primeiras impressões problemas profecia pterossauro publicação independente qualidade de vida quarta parede reclamação reflorestamento religião religião de zath rio Pinheiros rio Tietê ritual robôs roc roca roda do ano roma antiga romantismo cósmico romênia roque sacerdotisas de zath samurai de olhos azuis sarcosuchus Imperator saturnalia saturnália saúde segredos serpente-papagaio sexo frágil sintetizador de voz sistema mágico smilodon sobrevivencialismo solstício solstício de inverno solstício de verão sonhar sophia perennis sorte suna mandís sustentabilidade série tau e kerana teclado telhado telhas de pvc templo de hachiman tempo teoria das cores terror texto em fala ticê tigre dente de sabre totvs carol transilvânia travessão treinameno treinamento treino trevas trickster tumba de gallaman tv título um sábado qualquer universidades van helsing varacolaci vendaval verão vida em condomínio vigília da nevasca windows wombo art xintoísmo ymir yokai yokais youkai yule zath zoonoses águia ódio
Mostrar mais