Testando o MidJourney para criar uma capa para a Rua dos Anhangás

 

Imagens que gerei no MidJourney para testar uma nova capa

Eu gerei estas imagens no MidJouney, dando algumas descrições do conto de terror A Rua dos Anhangás:

Um dos personagens é descendente do AhoAho (criatura da mitologia Guarani, e um dos sete monstros lendários dessa mitologia). O AhoAho se assemelha a um grande javali monstruoso. Nesta história, ele tem uma aparência que transita entre a de um lobisomem e um javali monstruoso. Mas o máximo que consegui foram essas imagens (que achei muito bonitas, ainda que nenhuma seja exatamente como eu imagino o Aho Aho).

Esta ainda não vai ser a capa definitiva para A Rua dos Anhagás, mas como gosto de testar ideias e recursos novos, está aí essa experiência usando a I.A. do MidJourney.

Quero aproveitar para fazer uma reflexão sobre a discussão que existe hoje sobre o uso dessas ferramentas para gerar imagens com o uso de I.A.'s.

Friso um ponto muito importante: ainda que eu tenha gostado das imagens geradas pela ferramenta com base nas minhas descrições, eu ainda não vejo estas ferramentas de I.A substituindo artistas humanos. Há muitas diferenças entre a arte criada por humanos e imagens gerados por I.A.'s. Por exemplo, uma imagem gerada por humanos pode ser muito mais precisa em relação à mensagem que se quer transmitir e pode conter muito mais informação do que imagens geradas por softwares.

Ainda assim, acredito que essas ferramantas que criam imagens usando I.A. e bases de dados são uma nova ferramenta que pode ser útil, tanto por pessoas leigas como pelos próprios artistas, desde que os seus usuários tenham responsabilidade e ética em relação ao uso da ferramenta (o que aliás, ocorre com qualquer ferramenta criada para auxiliar as pessoas: um martelo na mão de uma pessoa irresponsável pode virar um grande problema).

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